Artigos sobre gestão de clínicas veterinárias e petshops

Marketing

5 Coisas que não me contaram sobre ser veterinário de cães e gatos

Tem gente que já nasceu sabendo que seria veterinário, tem gente que só viu essa vocação chamar mais perto do vestibular e tem gente que até tentou entrar na universidade de medicina veterinária e saiu porque viu que cuidar de bicho é uma profissão muito mais profunda do que pode parecer.

Mas, fazendo uma reflexão sobre esse tipo de trabalho, cheguei à conclusão que, na minha época da pré-estudos ou de vida universitária tinha muita coisa que os professores não contaram sobre o que eu viria a fazer… tive que aprender, na prática, a lidar com uma série de “efeitos colaterais” da escolha.

Hoje é minha vez de te contar o que não me disseram. Acredito que, depois dessa leitura, você vai ter ainda mais certeza de que escolheu a carreira certa.

Ninguém me contou nada disso, mas não acho justo levar o segredo pra frente. Eis cinco revelações bombásticas para quem está começando a carreira veterinária ou sonhando com os estudos da profissão em um futuro próximo.

#1 Que eu podia ter “treinado” jogando The Sims

É brincadeira, mesmo porque não existia isso quando me formei, mas desde 2017 o jogo existe para quem tem curiosidade sobre a vida de veterinário de cães e gatos e quer até tentar gerir um negócio nessa área.

A versão “The Sims 4: Gatos e Cães”, disponível para Windows, iOS e consoles, permite que o jogador abra um negócio veterinário para examinar, diagnosticar e cuidar da população animal de Brindelton Bay, cidade fictícia do game.

Dizem que a arte imita a vida, então essa pode ser uma boa forma de começar a entender como funciona a rotina do vet antes mesmo da primeira aula na universidade de medicina veterinária.

#2 Que eu deveria educar o humano para garantir o bem do animal

Durante as aulas da faculdade a gente trabalha, incansavelmente, com os animais, para descobrir seus desconfortos, entender como diagnosticar um ser vivo que não vai falar com a gente o que sente e tratá-lo da maneira certa.

Contudo, é na prática que a gente descobre que um dos grandes desafios da profissão é educar os humanos que se dispõem a ter um animalzinho de estimação. É preciso contar pra eles que a medicina veterinária é muito mais eficaz se for preventiva, porque eles costumam se esquecer desse detalhe…

Além disso, é preciso fazer o humano entender que o pet não é um simples acessório, que pode ser dispensado em caso de doença ou se virar um “estorvo”, como a família querer sair de férias e não ter com quem deixar o animal. Não é dever do veterinário mostrar às pessoas que o bichinho é um membro da família, mas vez ou outra a necessidade de dizer isso aos donos bate à nossa porta.

#3 Que o principal obstáculo no atendimento é resistir à fofura

Quem ama cães e gatos vai sempre ter que romper a barreira da fofura para fazer um atendimento sem querer apertar os bichinhos a cada cinco segundos de contato, principalmente quando eles fazem feições fofas que desmontam qualquer um – inclusive o médico.

Às vezes, é preciso criar técnicas para não cair de amores por um saquinho de pelos, um animalzinho com bastante personalidade ou que tenha um nome que é a coisa mais lindinha do universo.

Se você encontrar essa técnica volte aqui e me conte, pois eu ainda não consegui consolidar nenhuma…

Receba dicas GRATUITAS sobre gestão para pet shops e clínicas veterinárias!

#4 Que manter uma clínica veterinária ou pet shop de portas abertas é uma luta diária

Mas que vale a pena sob todos os aspectos.

Não é fácil atender cães e gatos diariamente em um negócio que necessita de infraestrutura de qualidade, medicamentos e produtos de primeira. A gestão de toda essa engrenagem não é fácil de ser aprendida, mas também não é impossível.

Além do The Sims (#risos) você também pode ter bons insights de como fazer isso através de conteúdos assertivos na internet e da prática diária do empreendedorismo.

No fim das contas, dá pra ver que voltar pra casa com o sentimento de dever cumprido em uma clínica da qual temos noção total do funcionamento compensa qualquer dificuldade de ter uma empresa em um país com tantos impostos e deveres.

#5 Que o maior risco não é contrair raiva, mas sim apego

Na universidade, a gente treina para manter os padrões de higiene e segurança humana sempre em dia, evitando que possamos contrair doenças passadas por cães e gatos e, assim, nos tornarmos hospedeiros de possíveis epidemias em humanos.

E é justamente pelo aprendizado dessas normas nos mínimos detalhes que nosso maior risco ao lado dos bichinhos não é contrair doenças, e sim apego! É sempre um misto de felicidade e tristeza entregar um animalzinho curado para o seu dono: estamos felizes por ele estar bom de novo e muito tristes por não os vermos mais…

… bem, pelo menos até a próxima ida ao veterinário. Afinal, é preciso ensinar ao humano de estimação que a visita de rotina ao consultório é a melhor forma de manter cães, gatos e donos sempre muito animados com a vida em família. 😉


Conte com a SimplesVet para ter uma gestão suuuper simples:

Faça como mais de 1.900 clínicas e petshops em todo o Brasil.

Esperimente grátis

Você pode gostar desses aqui:

Simplesvet é um sistema veterinário online para clínicas e petshops que tem a missão de simplificar a gestão pet.